Macaron: nunca vi, nem comi, só ouço falar


Olá pessoal.... Esperamos que esteja tudo bem com vocês... Hoje o nosso post é sobre Macarons.... Hã? Macarrão? Macarronada? Como assim? Eu não gosto... Deve ser muito ruim... É de comer? Como diz o título deste post: "nunca vi, nem comi, eu só ouço falar..."


Quase sempre essa é a reação da maioria das pessoas assim que escutam falar desta iguaria francesa. Apesar de ter caído no gosto de muita gente, o Macaron ainda é pouco conhecido.


Se for bem feito, o Macaron pode te proporcionar uma explosão de sabores em apenas algumas mordidas. Escolher os macarons para compor a mesa da sua festa ou do seu evento é fugir do trivial. É investir em sofisticação e refinamento. É surpreender os convidados.


O Macaron não é uma invenção moderna, mas sim, algo que vem lá de trás... Conta a historia que em 1533 a italiana Catarina de Médici, na época com 14 anos, assim que casou-se com o rei Henrique II de França mudou-se para o país do marido, levando consigo a receita de seu doce favorito, uma espécie de biscoito feito com merengue de amêndoas.


Mas não demorou muito e a receita vazou... Naquela época, o Macaron era conhecido apenas como Doce da Rainha. O nome Macaron veio de “maccherone” (macarrão, em italiano) que significava massa fina. Era um doce tão elitizado que era restrito aos nobres da corte. A ordem dada aos confeiteiros de Catarina era guardarem a receita a sete chaves.


No século XVI, o segredo caiu nas mãos de freiras Carmelitas, que passaram a produzir e a vender os doces. Elas ficaram conhecidas como Irmãs Macarons. Mas foi no século XX que o doce tomou a forma de “biscoito recheado”, um pouco mais parecida com a que conhecemos hoje.


Em 1930, Pierre Desfontaines descobriu a receita das freiras, fez algumas modificações, uniu dois daqueles biscoitos de merengue com ganache de chocolate, criando o macaron de dois andares. Pierre passou a vender o doce na confeitaria Ladurée, fundada em Paris, em 1862, por seu avô Louis Ernest Ladurée. Atualmente, a famosa confeitaria francesa vende cerca de 15 mil macarons por dia!


Mas quem deu vida nova aos macarons da Ladurée, produzindo o doce com cores vivas e sabores os mais variados, foi o doceiro francês Pierre Hermé. A inovação tornou sua doceria famosa em todo o mundo. Pierre manteve a base da receita, formato e textura originais (crocante por fora, macio e úmido por dentro), e acrescentou novos sabores à massa e ao recheio, além do colorido que encanta a todos. Hoje em dia, o macaron é um doce quase obrigatório no buffet do casamento, inclusive disputando atenção dos convidados com o tradicional bem-casado.


E pelo que temos percebido o Macaron está ganhado esta disputa.... Com uma mistura de cores e sabores eles marcam presença e deixam os convidados impressionados. Os Macarons da Madame dos Doces, por exemplo, possuem os sabores tradicionais (brigadeiro branco, brigadeiro preto e doce de leite) e os sabores especiais ( a lista é grande.... rsrsrsrsrs.... pistache, nozes, paçoca, limão siciliano, trufa de framboesa, nutella, brigadeiro branco com geleia de frutas vermelhas.... e muitos outros).


Então... Em quais ocasiões podemos fazer usos desses docinhos tão chamosos?


Separamos momentos super especiais em que os macarons foram usados pelos nossos clientese fizeram muito sucesso.



Batizado

A nossa cliente inovou e pediu pérolas comestíveis e uma modelagem chapada do espírito santo.


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